O CHEGA continua no terreno, ao lado das pessoas, a ouvir quem foi ignorado durante décadas. Mais um dia de campanha na ilha do Corvo, marcado pelo contacto direto com a população e pela visita a espaços que representam a alma e a história desta terra. Jerónimo Fernandes percorreu o Ecomuseu e o Espaço da Memória, reafirmando o compromisso do CHEGA com a valorização do património local e o desenvolvimento sustentável da ilha.

Na visita à antiga atafona, um engenho movido a gado que simboliza o esforço e a inteligência das gerações passadas, o candidato destacou o contraste entre o trabalho honesto de quem construiu a ilha e o abandono socialista que a deixou parada no tempo.

Outro momento simbólico foi a passagem pela fechadura do Corvo, uma peça artesanal única. “Aqui, os vermelhos servem para travar”, ironizou Jerónimo Fernandes, apontando o dedo à paralisia de 24 anos de governação socialista, que continua a impedir o progresso e a liberdade de quem aqui vive.

Mas há sinais de mudança. O povo corvino começa a levantar a voz e a exigir o que é seu por direito: respeito, oportunidades e futuro. O CHEGA está aqui para devolver a confiança e pôr o Corvo a andar para a frente.

O dia terminou com a convicção de que o potencial da ilha é enorme, mas só uma gestão séria, livre de compadrios e favoritismos, pode tirar o Corvo do imobilismo a que o PS o condenou.

No Corvo, CHEGA!

Mas CHEGA mesmo!

Siga, sempre para a frente!

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