O deputado e presidente da distrital do Chega nos Açores, José Pacheco, deixou um recado claro para a República: “Aqui também é Portugal e não podemos continuar a ser esquecidos”. Pacheco denunciou a falta de efetivos policiais, a degradação das instalações de segurança, os crescentes problemas de droga — sobretudo sintética — e os riscos associados ao tráfico humano e à imigração desregulada. Sublinhou ainda que os açorianos pagam os mesmos impostos que no continente, mas continuam sem as condições básicas de segurança que o Estado de Direito deveria garantir.
Face a este alerta, Jerónimo Fernandes, candidato do Chega à Câmara Municipal do Corvo, reafirmou o seu compromisso com a população. Destacou que o partido está atento, ao lado das comunidades, para exigir respeito, segurança e igualdade de tratamento. “O Chega está com o povo do Corvo e dos Açores para garantir que os cidadãos não são tratados como portugueses de segunda. Vamos lutar por condições dignas e por uma ilha mais segura, porque sem segurança não há futuro.”
Para o Chega, a mudança no Corvo será a base de um novo ciclo político: proximidade, verdade e coragem para enfrentar os problemas que os outros preferem ignorar.

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